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Setor de Herpetologia colabora com pesquisa sobre répteis e anfíbios da Caatinga

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Pedro Barros - estudante de jornalismo Em março, foi realizado o primeiro trabalho de campo do projeto "Representatividade da Herpetofauna em Unidades de Conservação da Caatinga: Diversidade, Filogeografia e Relações com Biomas não Florestais da América do Sul". A proposta, liderada pelo Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), tem parceria com o MHN-UFAL.   Entre os principais objetivos do trabalho estão a catalogação de espécies herpetológicas (répteis e anfíbios) das unidades de conservação da Caatinga e a identificação dos processos históricos responsáveis pelos padrões atuais de sua diversidade e distribuição nos biomas não florestais. "Os produtos deste estudo serão utilizados para a criação de planos de manejo, assim como auxiliarão na gestão de unidades de conservação, direcionando decisões e minimizando problemas rela...

Criado Setor de Mastozoologia

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Pedro Barros - estudante de jornalismo A partir de fevereiro deste ano, o Museu de História Natural passou a contar com um novo setor, dedicado ao estudo e à coleção de mamíferos. O Setor de Mastozoologia (do grego: mastós, “mama”; zoon, “animal”; logos, “estudo”) dedica-se à organização da coleção científica (aberta a pesquisadores) e do acervo didático (aberto ao público, com exemplares para exposição), além das pesquisas na área. Bióloga Anna Ludmilla na sala do novo setor. A atual responsável pelo setor é a mastozoóloga Anna Ludmilla da Costa Pinto Nascimento, mestre em Zoologia pela Universidade Federal da Paraíba. Suas pesquisas focam-se nas áreas de ecologia de pequenos mamíferos não-voadores, inventário de mastofauna terrestre e Educação Ambiental.   Para a bióloga, a criação do novo setor é importante para o levantamento das espécies de mamíferos terrestres do Estado. "Muito pouco se sabe sobre os mamíferos em Alagoas: quais espécies ocorrem e em quais ambi...

Notícias do Museu de História Natural

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Pedro Barros - estudante de jornalismo Trabalho de educação ambiental no interior tem parceria com o MHN Funcionários do Museu e policiais do Batalhão Ambiental. O IMA realizou, de 21 a 25 de março, um trabalho de educação ambiental nos povoados de Alto dos Coelhos e Tingui, no município de Água Branca/AL. Em parceria com o Batalhão de Polícia Ambiental e o Museu de História Natural - UFAL, o evento leva exposição que inclui animais preservados do Museu. Seminário Temático da Biologia Clique para ampliar O Centro Acadêmico Enraizado em Terra Seca (CAETÉS), do curso de Biologia da UFAL, em conjunto com a Professora Cláudia Maria, realizará, nos dias 31/03 e 01/04 o 1º Seminário Temático da Biologia. Esta edição estará abordando Genética e Biologia Marinha. Segundo Anita Rocha, da comissão organizadora, "a ideia é está produzindo esse evento mensalmente, com temáticas diferentes". Os STBs acontecerão no final de cada mês, "com o objetivo de ...

Nome de nova espécie de lagarto homenageia pesquisadora do MHN

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Pedro Barros - estudante de jornalismo Em fevereiro, foi publicada na revista científica Zootaxa a descoberta de uma nova espécie de lagarto em Alagoas. Encontrado no remanescente florestal de Mata Atlântica da Serra da Saudinha (Ipioca, Maceió/AL), o lagarto recebeu o nome de Coelodactylus elizae , em homenagem à professora e pesquisadora Eliza Maria Xavier Freire, fundadora do Setor de Herpetologia do Museu de História Natural - UFAL.   Coleodactylus elizae : lagarto recém-descoberto em território alagoano. O gênero Coleodactylus compreendia até então quatro espécies, todas elas de hábitos diurnos, com menos de 4 cm de comprimento e presentes em várias partes da América do Sul, como a caatinga e os cerrados brasileiros e a Cordilheira dos Andes. Uma novidade do C. elizae  é o fato de ele ter sido encontrado em bromélias , enquanto as outras espécies são sempre habitantes de folhiço.   A pesquisa, iniciada em 2004, foi desenvolvida por uma equipe de vá...

Notícias do Setor de Herpetologia

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Pedro Barros - estudante de jornalismo MHN recebe visita dos herpetólogos Miguel Trefaut e Paulo Garcia Sexta-feira (10), estiveram no Setor de Herpetologia do MHN-UFAL os professores Dr. Miguel Trefaut Urbano Rodrigues e Dr. Paulo Christiano de Anchieta Garcia, ambos importantes pesquisadores no estudo de répteis e anfíbios. Trefaut (segundo, da direita para esquerda) é atualmente professor do Instituto de Biociências da USP e Garcia (de azul) é professor do Departamento de Zoologia e do  curso de Pós-Graduação em Biotecnologia da UFMG . Da esquerda para direita: Tamí Mott, José Vieira de Araújo Neto, Ingrid Tiburcio, Filipe Augusto Nascimento, Barnagleison Lisboa, Paulo Garcia, Miguel Trefault e Bruno Vilela. Estagiários do Setor de Herpetologia são aprovados em seleção de mestrado Os estagiários José Vieira de Araújo Neto e Jéssica Yara Galdino, do setor de herpetologia do MHN,  foram aprovados na seleção de mestrado: ele,...

TCC defende a importância dos fósseis do Estado de Alagoas

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Pedro Barros - estudante de jornalismo No dia 13 de dezembro de 2011, as estagiárias do MHN-UFAL Dianne Almeida da Silva e Keyla Juliana Santos Bertolino Café defenderam o TCC "Um olhar sobre os Fósseis do Estado de Alagoas como Instrumento para a Educação Patrimonial" . A proposta das estudantes de ciências biológicas é estimular as escolas de Ensino Médio e Ensino Fundamental dos municípios de Olho d’Água do Casado, Piranhas e Maravilha a conscientizarem a população, por meio da Educação Patrimonial, sobre a importância dos fósseis de sua região. A monografia tece orientações quanto ao trabalho de coleta desse material, que deve ser feito por profissionais com a autorização prévia do órgão competente, para se evitar a perda de informações nas pesquisas científicas. Dianne e Keyla tiveram como orientador o Prof. Dr. Jorge Luiz Lopes da Silva (ICBS-UFAL), que também esteve presente na banca examinadora, junto às professoras  Dra. Ana Paula Lopes da ...

Como se armazenam as plantas num herbário?

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Os herbários são coleções de plantas, normalmente de uma determinada região geográfica. Eles ajudam tanto a sociedade em geral quanto os cientistas, fornecendo a identificação desses seres vegetais: eles indicam plantas benéficas para o ser humano (como as medicinais) e também advertem sobre aquelas que lhes causam algum tipo de prejuízo (como as plantas tóxicas e as daninhas); podem servir como centro de treinamento de botânicos e dão um importante suporte para pesquidores como os agrônomos, farmacólogos e ecólogos. Mas... como as plantas são conservadas nessas coleções?