quarta-feira, 15 de agosto de 2018

MHN promove 20ª edição do Fim de Semana no Museu



Evento abordará características dos seres vivos e conservação nos próximos sábado (18) e domingo (19)
Por: Graziela França- estudante de Jornalismo

Com o intuito de abordar diferentes seres vivos e educação ambiental, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza o 20º Fim de Semana no Museu, nos próximos sábado (18) e domingo (19). Com a temática Bicho maluco beleza, o evento trará diversas atrações que tratam sobre a alimentação, o comportamento e a conservação das diferentes formas de vida.
Na programação, oficinas, palestras, jogos, atrações culturais, entre outras atividades buscam integrar o público em temas voltados para a ecologia. De acordo com a professora Flávia Barros, uma das organizadoras do evento, a intenção é explorar as relações entre os seres vivos.
“A conservação será abordada tanto com ações voltadas à educação ambiental para crianças, quanto com atividades individuais para adultos que busquem um estilo de vida mais saudável. Por esta razão, haverá uma oficina de bonsai, outra de horta suspensa e uma palestra sobre autocuidado para pessoas que sofrem com dores crônicas”, ressaltou.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, no Prado (Praça da Faculdade). As atividades, gratuitas e para todas as idades, são das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Confira a programação no anexo.
Serviço
O quê: 20° Fim de Semana no Museu
Quando: 18 e 19 de agosto
Horário: das 9h às 12h; 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Integrantes do MHN ministram minicurso na Paraíba sobre taxidermia



Professor Renato Gaban Lima e a colaboradora Priscilla Monteiro abordaram técnicas para “empalhar” e conservar características dos animais
Por: Graziela França- estudante de Jornalismo 

Com o objetivo de disseminar a taxidermia científica, integrantes do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) ministraram um minicurso sobre a técnica que consiste em empalhar, como é conhecido popularmente, um animal morto, visando conservar suas características. A formação aconteceu durante o 2º Seminário Internacional de Gestão de Acervos Científicos (Sigac), na Universidade Federal da Paraíba.
O curso foi ofertado pelo professor Renato Gaban Lima, lotado no MHN e no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (Icbs), e pela colaboradora do setor de Ornitologia (aves) do museu, Priscilla Monteiro, aprovada recentemente no concurso da Ufal para taxidermista.
De acordo com o professor Renato Gaban Lima, a intenção foi apresentar os conhecimentos adquiridos no que se refere a preparação desses materiais, com o objetivo de aprimorar os acervos científicos brasileiros.
“No curso nós abordamos técnicas de taxidermia científica de aves e mamíferos, que são as coleções que mais usam taxidermia na preparação de seus acervos. A importância é difundir essas técnicas que são tão importantes para ampliação dos acervos da biodiversidade brasileira”, destacou o professor.
Para Priscilla, mesmo que a taxidermia seja pouco abordada na graduação, é fundamental adquirir esse tipo de conhecimento, pois muitos pesquisadores da área da biologia acabam precisando em algum momento da sua vida profissional. A bióloga também explicou as etapas do minicurso.
“Iniciamos com uma parte teórica, voltada à coleta dos animais, dos dados de campo e identificação dos espécimes. Também falamos um pouco sobre a anatomia dos diferentes grupos de animais. A prática teve anotações de dados biométricos, que é uma parte muito importante, já que vários deles se perdem durante a Taxidermia”, pontuou.
O público estava formado por estudantes, membros de outros museus, pessoas do batalhão ambiental da Paraíba, entre outros.