quarta-feira, 31 de julho de 2019

Terapias naturais e alimentação saudável são temas do 29º Fim de Semana no Museu

Edição de evento tradicional do Museu de História Natural trará atividades gratuitas para público

Por: Graziela França – jornalista colaboradora - 31/07/2019 às 11h01
 
https://ufal.br/ufal/noticias/2019/7/terapias-naturais-e-alimentacao-saudavel-sao-temas-do-29o-fim-de-semana-no-museu/@@images/b0013f6c-a015-44e9-8dda-80d51a38a3b4.jpegCom o objetivo de incentivar hábitos saudáveis e terapias da medicina tradicional, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 29ª edição do Fim de Semana no Museu. O evento será neste sábado (3) e domingo (4), com atividades das 9h às 12h e das 14h às 17h, na sede do MHN, que fica na Avenida Amazonas, Prado, em frente a Praça da Faculdade.
A programação traz diversas atividades voltadas para alimentação e saúde, como oficinas de bons hábitos alimentares, de ervas medicinais, de práticas terapêuticas, criação de hortas em casa, entre outras, além de encerramento com programação cultural. No intervalo, das 12h às 14h, a proposta é de que os visitantes façam um piquenique com alimentos não industrializados.
O evento é gratuito e voltado para o público de todos as idades. Organizado pelo setor de Etnoecologia, o 29º Fim de Semana no Museu conta com a colaboração do Instituto Terra Viva e da apicultura Colmeia Imperial.
“A ideia de fazer um Fim de Semana no Museu voltado para as terapias naturais e para a alimentação veio de um projeto que está sendo desenvolvido no laboratório, com um levantamento de plantas medicinais, mas também de um projeto que estou fazendo com uns alunos, com o título Seu corpo é o que você come. Então, a gente discutiu bastante a questão da alimentação industrializada, os conservantes, corantes, condimentos artificiais e os impactos disso na saúde”, relata a professora Flávia Moura, responsável pelo setor. 
A professora explica, ainda, que a temática abordada está relacionada à etnobotanica e, consequentemente, à etnoecologia. “Essa é a botânica que é de domínio intelectual de populações tradicionais, sejam elas brasileiras ou de outras partes do mundo, porque nós estamos mesclando diversas práticas milenares, como, por exemplo, a meditação e outras atividades”, ressalta. 
Serviço
O quê: 29° Fim de Semana no Museu
Quando: Sábado (3) e domingo (4), das 9h às 12h e das 14h às 17h
Onde: Sede do MHN, na Av. Amazonas, Prado, em frente a Praça da Faculdade.
Quanto: Gratuito

 

segunda-feira, 29 de julho de 2019

MHN homenageia colaboradores do setor de Herpetologia


Solenidade aconteceu durante a 28ª edição do Fim de Semana no Museu

 
Por: Graziela França- jornalista colaboradora - 29/07/2019 às 08h00


Em uma emocionante solenidade, colaboradores do setor de Herpetologia do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) foram homenageados e tiveram seus nomes reconhecidos nas salas de coleções e estudos, durante a 28ª edição do Fim de Semana no Museu, que aconteceu nos dias 13 e 14 deste mês, na sede do MHN.
O reconhecimento foi feito a pessoas importantes na construção e expansão do setor. “São pessoas extremamente dedicadas e que construíram, de diversas formas, esse setor. Na verdade, é um conjunto, que envolve muitas pessoas e eles estão representando as ações principais, mas existe muita gente ao longo dessa história”, contou Selma Torquato, responsável pelo setor de Herpetologia do MHN, que possui cerca de 20 pessoas entre servidores, estagiários e colaboradores.

Sala de coleção professora Eliza Freire
A sala que abriga a coleção herpetológica passou a se chamar Sala professora Eliza Freire, que foi a responsável por iniciar a coleção do setor logo com a fundação do MHN. Na época, a professora Juju, como é conhecida, trouxe 66 exemplares de sua terra natal, Rio Grande do Norte, sendo quatro espécies de anfíbios e 14 de répteis.
“Eu era concursada daqui e fui chamada justamente para ajudar a criar o Museu de História Natural. Eu já era especialista na área de Herpetologia e a primeira coisa que me veio a cabeça era criar a coleção. Então, eu trouxe os primeiros 66 exemplares que eu já tinha coletado no rio Grande do Norte e coloquei na coleção. Em seguida, eu tive contato com os meus primeiros estagiários, entre eles Selma e Jorge [responsável pelo setor e diretor do MHN, respectivamente], que conheciam as matas alagoanas”, contou a professora.
A professora, que já havia descoberto uma lá no Rio Grande do Norte, descobriu mais três espécies de anfíbios, duas de cobras e duas de lagarto, todos aqui em Alagoas, sendo uma delas endêmica da Mata de Murici, que é a Jararaca de Murici (Bothrops muriciensis), ou seja, se foi encontrada neste local.
“A Ufal representa pra mim a minha primeira trilha, o primeiro caminhar e meus primeiros passos na carreira acadêmica. Até hoje eu tenho um amor muito grande pela minha profissão de bióloga e como professora também, de construir, de edificar, de deixar marcas, eu não tenho a vaidade de deixar só pra mim”, destacou a professora Juju.

Sala de estudos professor Gabriel Skuk
Já a sala de estudos do setor, onde os alunos e pesquisadores desenvolvem seus trabalhos, se chama agora professor Gabriel Skuk. Uma homenagem ao professor uruguaio, falecido em 2011, e que colaborou com a construção da coleção de girinos, iniciada em 2002, por alguns alunos orientados por ele. Hoje a coleção conta com pouco mais de 500 lotes, incluindo representantes de quase todas as espécies de anuros da região Nordeste, acima do Rio São Francisco, além de recentes aquisições de lotes provenientes de outros países da América do Sul, como Argentina, Uruguai e Equador.
Filipe Nascimento, que foi orientando de Skuk, aproveitou a ocasião para falar sobre a sua atuação. “A gente ia em um congresso e todo mundo conhecia o Gabriel [Skuk]. E eu sempre me aproveitava, dizendo que era aluno dele, e isso já abria portas. E hoje pra mim é uma honra estar na coordenação desse evento e fazendo essa homenagem e é uma alegria muito grande, eternizar o nome dele, para que os novos alunos que aparecerem por aqui, saibam quem é Gabriel Skuk”, relatou o organizador do evento.

Sala de tecidos professora Tamí Mott
A sala que da coleção de tecidos recebeu o nome da professora Tamí Mott, que iniciou esse tipo de estudo no MHN, quando mudou-se do Mato Grosso e veio atuar na Ufal, em 2011, após a morte do professor Skuk.
Desde que eu cheguei eu fui acolhida pela Selma e pelo Filipe. Na época o Filipe era orientando do professor Gabriel Skuk, que tinha acabado de falecer, então, eu assumi a orientação dele e, desde então, venho participando assim com o museu, não cumpro uma carga horária, mas venho aos eventos e todos os meus alunos passam por aqui para conhecer o museu, saber como faz curadoria e tudo mais”, explicou a professora Tamí Mott.
A professora que ainda atua no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (Icbs) da Ufal destacou como honra receber a homenagem. “Eu não tenho nem palavras para agradecer, eu fiquei realmente muito emocionada, lisonjeada e honrada de fazer parte dessa família, porque eu vejo o museu como minha família”.

20 anos de colaboração
Além dos professores, o colaborador mais antigo do setor, Ubiratan Gonçalves, também foi homenageado. “Há vinte anos, ele começou a estagiar no setor e desde então seu vínculo nunca acabou. Se formou, cursou mestrado, sempre contribuindo com o setor, seja no aumento da representatividade da coleção, seja orientando alunos ou mesmo conseguindo equipamentos, por meio de projetos de pesquisa particulares”, pontuou Filipe, lembrando a contribuição do biólogo ao museu.



terça-feira, 16 de julho de 2019

Fim de Semana do Museu agita público do MHN

Evento movimentado surpreende os organizadores e agrada o público com atividades

Por: Gabriela Vieira – estudante de Jornalismo - 16/07/2019 às 09h20


Nos dias 13 e 14 de julho aconteceu mais uma edição do Fim de Semana do Museu, trazendo o tema Com os Anfibios e Répteis, o evento foi organizado pelo setor de Herpetologia do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). As atrações foram voltadas para todo o público, principalmente o infantil. Na programação, oficinas, jogos, palestras e exposições com o objetivo de divulgar informações voltadas para o estudo de répteis e anfíbios, levando ciência para seus visitantes.
As atividades atraíram bastante público, deixando salas cheias e surpreendendo os organizadores do 28º Fim de Semana do Museu. Filipe Augusto Nascimento, do setor de Herpetologia e responsável pela organização, contou que o comparecimento dos visitantes superou as expectativas. “Mesmo com chuva o público compareceu em peso. Creio que não só por esse evento, mas como é uma tradição do Museu, o público já aguarda”, disse.
Diferentes exposições fizeram parte do evento, como a Multissensorial, que contou com a colaboração de profissionais e estudantes do Cesmac. A mostra fez com que os visitantes pudessem utilizar os outros sentidos, como o tato, para identificar peças, em vez de utilizar apenas a visão. Vendadas, as pessoas podiam ter uma experiência diferenciada ao tocar no material que representavam partes de serpentes.
As atividades culturais e educativas deixaram pais animados com mais uma opção de lazer em família. Vana Janaína, fisioterapeuta, acha importante a ocorrência de eventos do tipo para crianças, principalmente as mais novas, como seu filho José Arthur, de 2 anos. “As atividades culturais servem para ele [José] sair um pouco desse foco de shopping, praia, para ele conhecer a cultura. E como são famílias, todas as idades aprendem”, relata.
Já a dentista Ana Lídia e sua filha Maria Cota, de 3 anos, aproveitaram bastante. “Agregar conhecimento com atividade lúdica, num espaço gratuito e acessível é muito importante”, diz Ana ao ver Maria se divertir com o que conseguiu criar na oficina de brinquedos.
Cada vez mais famílias participam do tradicional evento do MHN, deixando mais conhecido e uma boa opção de programa para o final de semana. “É uma oportunidade de aproveitar, [porque] vem os pais com as crianças para divulgar ainda mais essas informações a respeito dos anfíbios e dos répteis”, menciona Filipe, organizador dessa edição do evento.
O 28º Fim de Semana do Museu ainda contou com a parceria do Ronda do Bairro, que, além de encerrar com muita música, levou crianças assistidas pelo próprio projeto para participar das atividades nos dois dias. No Museu, elas puderam aprender sobre os répteis e anfíbios nas oficinas e exposições, adquirindo mais conhecimento.
Animais de várias espécies produzidos com pneus tomaram conta do MHN e também encantaram o público presente. “A ideia foi tirar e trabalhar com o pneu de forma funcional. A maioria das nossas peças tem uma utilidade, porque temos uma preocupação muito grande de não fazer lixo colorido, mas algo que seja reaproveitável e dure bastante”, explica Edjane Galvão, da Artts Pneus.



quinta-feira, 11 de julho de 2019

Atividades e exposições gratuitas integram 28º Fim de Semana no Museu

Edição acontece neste sábado (13) e domingo (14), na sede do MHN; répteis e anfíbios serão destaque no evento

 
Por: Graziela França - jornalista colaboradora - 10/07/2019 às 15h39 

Anfíbios e répteis invadem o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) para a 28ª edição do Fim de Semana no Museu, que acontece neste sábado (13) e domingo (14), das 9h às 12h e das 14h às 17h, na sede do MHN, que fica na Avenida Amazonas, Prado, em frente à Praça da Faculdade.
O evento, organizado pelo setor de Herpetologia, tem como principal objetivo divulgar o conhecimento sobre os anfíbios e os répteis, dois grupos de animais que muitas vezes despertam medo e antipatia do público em geral. A edição tratará da importância, aspectos biológicos, diversidade e desmistificação de informações erradas sobre sapos, cobras, jacarés, tartarugas, lagartos, entre outros animais.
Na programação, oficinas, apresentação de filmes, bate-papo, atividades infantis, homenagens a colaboradores do setor de Herpetologia do MHN e apresentações culturais de Kung Fu e da banda do Ronda no Bairro. O Fim de Semana no Museu contará ainda com as atividades contínuas, como espaço para pintura, brincadeiras e exposições.
Durante o evento o público encontrará, além do acervo de exposições do MHN, mostra fotográfica, esculturas de animais e objetos feitos com pneus reaproveitados, da artista plástica Edjane Galvão, e a inauguração da exposição temporária Em Monção, da Eva Le Campion.
Trazendo inclusão para o evento, haverá ainda a exposição Multissensorial - um novo olhar sobre as serpentes, resultado de um projeto realizado por alunos do curso de biologia do Cesmac, liderados pela professora Ingrid Tibúrcio, que também é colaboradora do MHN. A atração apresentará peças sobre esses animais voltadas para o público com deficiência visual, que poderá tocar nas peças, que terão informações descritas em braile e também poderão ser ouvidas em áudios.
De acordo com Filipe Nascimento, biólogo do MHN e organizador do evento, a intenção é atrair o público para um momento de lazer e aprendizagem. “Esse tem sido o principal objetivo do nosso projeto, levar conhecimento, sobretudo aquele voltado às ciências naturais, para um amplo público”, destacou.
As atividades do Fim de Semana no Museu são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades.

Serviço
O quê: 28° Fim de Semana no Museu
Quando: sábado (13) e domingo (14), das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Onde: sede do MHN
Quanto: gratuito





quarta-feira, 5 de junho de 2019

Fim de Semana no Museu traz edição sobre gigantes do mar

Museu de História Natural realiza atividades gratuitas neste sábado (8) e domingo (9)

Por: Graziela França – jornalista colaboradora - 05/06/2019 às 12h16 - Atualizado em 05/06/2019 às 12h17 
Tartarugas, golfinhos, tubarões e outros gigantes do mar serão destaques na 27ª edição do Fim de Semana no Museu. O evento tradicional do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) acontecerá neste sábado (8) e domingo (9), das 9h às 12h e das14h às17h,  na sede do museu, localizado na Av. Amazonas, Prado, em frente à Praça da Faculdade. 
A programação conta com palestras, oficinas, atividades infantis, apresentações e show. O evento terá, ainda as exposições Animais no artesanato; a intitulada Do litoral: animais marinhos encontrados no litoral alagoano, do setor de Malacologia e Entomologia do MHN; e a Gigantes marinhos: Meros e Tubarões, do laboratório de Ictiologia e Conservação da Ufal de Penedo, coordenado pelo professor Cláudio Sampaio. 
Dentre as atividades, o evento vai abordar o lixo no mar, com a participação da Superintendência de Desenvolvimento Sustentável, e do projeto Golfinho, realizado com crianças pelo Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas. 
“Nós vamos mostrar os animais que dominam o ambiente marinho, mas também os outros habitantes, principalmente aqueles dos recifais. Tanto organismos fixos, como as esponjas do mar, corais e ouriços, como os de vida livre, a exemplo das águas-vivas e crustáceos. A comunidade terá a oportunidade de conhecer sobre esses animais e, assim, saber sobre a importância de conservar a vida animal, em particular, a vida marinha”, explicou Gabriela Correia, responsável pelo setor de Entomologia do MHN. 
O Fim de Semana no Museu é gratuito e conta com atividades para todas as idades. A organização desta edição é dos setores de Malacologia e Entomologia do MHN e conta ainda com parceria do Instituto Meros do Brasil, do Instituto Linha D’água, do Laboratório de Ictiologia e Conservação da Ufal de Penedo, do projeto Tubarões e Arraias e do Instituto Biota de Conservação. 

Serviço
O quê: 27° Fim de Semana no Museu
Quando: sábado (8) e domingo (9), das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Onde: Sede do MHN
Quanto: gratuito

 





quarta-feira, 10 de abril de 2019

Visitantes do MHN aprendem sobre pequenos mamíferos

Fim de Semana no Museu tem atividades variadas, fugindo das programações tradicionais

 Por: Graziela França – jornalista colaboradora e Gabriela Vieira – estudante de Jornalismo 


O Fim de Semana no Museu tem trazido um público novo, e cativado os que já conhecem o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) a cada edição, como uma opção de lazer e conhecimento. Como é o caso de Érika Abreu e seu filho de sete anos, Elias Abreu, que participaram da 25ª edição do evento, realizada nos últimos sábado (6) e domingo (7).
“Descobrimos [o museu] pela primeira vez em março do ano passado, quando nos mudamos para a cidade, pois somos do Rio de Janeiro. Descobri por acaso, pesquisando, procurando atividade lúdica para ele que, de alguma forma, não fosse shopping, para tirar desse ‘quadrado’ e mostrar coisas culturais e conhecimento”, contou Érika.
Além de participar, a mãe de Elias ainda divulga e convida amigos para o evento, que acontece mensalmente na sede do MHN e é gratuito. “ gostando bastante. Acho as programações bem legais, e sempre que eu posso, divulgo. Já trouxemos o grupo de escoteiro dele aqui uma vez também”, acrescentou.
A programação do evento contou com exposições, jogos, oficinas, exibição de filmes, contação de histórias, piquenique na hora do almoço, entre outras atividades voltadas a tratar dos pequenos mamíferos, como os roedores e marsupiais. Ludmilla Nascimento, responsável pelo setor de Mastozoologia (que estuda os mamíferos), explica quais as espécies destes animais estão presentes em Alagoas.
“Nós possuímos mais de vinte espécies de pequenos mamíferos. Temos o cassaco, que é mais comum, o punaré, temos o mocó e rato palhaço, que são endêmicos da caatinga. Tem o preá também, as cuícas, as catitas e outros”, listou.
Ainda de acordo com Ludmilla, o evento visa trazer a comunidade para conhecer o trabalho desenvolvido dentro do museu e abordar conhecimentos diversos para o público.
“É nossa forma de comunicar o conhecimento científico para a população de uma forma lúdica. E abordar os pequenos mamíferos, nessa edição, é importante pra quebrar um pouco da misticidade que tem com esses animais, de se achar que tudo que é rato transmite doença, que eles são apenas pragas e associá-los, junto aos marsupiais, a coisas ruins. Então é uma forma da gente desmistificar isso e mostrar a diversidade que nós temos aqui no Estado”, concluiu.

        




quarta-feira, 3 de abril de 2019

Fim de Semana no Museu traz edição sobre pequenos mamíferos

Roedores e marsupiais serão destaque nas atividades destes sábado (6) e domingo (7)
Por: Graziela França – jornalista colaboradora - 03/04/2019 às 09h44 - Atualizado em 03/04/2019 às 09h45

O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 25ª edição do tradicional Fim de Semana no Museu. Desta vez, o destaque serão os pequenos mamíferos, como roedores e marsupiais, que são animais com uma dobra de pele que origina uma espécie de bolsa. O evento acontece nos próximos sábado (6) e domingo (7), das 9h às 17h, na sede do MHN.
Organizada pela setor de mastozoologia (mamíferos), esta edição conta com diversas atividades como exposições, jogos, oficinas, exibição de filmes, contação de histórias, piquenique na hora do almoço, entre outras.
De acordo com Ludmilla Nascimento, responsável pelo setor de mastozoologia do MHN, esse  Fim de Semana no Museu busca trazer como protagonistas os pequenos mamíferos e aproximá-los da comunidade.
“O intuito é divulgar a importância desses animais para o homem e o meio ambiente, bem como apresentar a  diversidade deste grupo tão pouco conhecido. A secular relação dos seres humanos com os roedores, quem são os ‘cangurus brasileiros’, curiosidades sobre esses animais e o dia internacional do rato são alguns dos temas que serão abordados sempre de maneira lúdica, aproximando o conhecimento do nosso dia a dia”, explicou.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, no Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e para o público de todas as idades.
SERVIÇO
O quê: 25° Fim de Semana no Museu
Quando: Sábado (6) e domingo (7)
Horário: das 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

sexta-feira, 22 de março de 2019

Fim de Semana no Museu atrai público com atrações gratuitas

A 1ª edição de 2019 contou com a organização dos setores de Paleontologia e Geologia

Por: Graziela França - jornalista e Gabriela Vieira – estudante de Jornalismo

A temporada de edições de 2019 do Fim de Semana no Museu foi aberta nos últimos sábado (16) e domingo (17). O evento do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) já se tornou tradicional e trouxe diversas atividades, que divertiram o público, envolvendo os setores de Geologia e Paleontologia.
Foi o caso da professora da Ufal Tamí Mott, que aproveitou o evento e compareceu com suas filhas Ana e Lorena, de 6 e 3 anos. Ela conta que ficou sabendo da programação por meio da divulgação pelas redes sociais e site, mas que já é adepta ao evento.
 “Eu achei fantástico, só tenho a parabenizar a equipe, porque é o quarto Fim de Semana que eu participo e, a cada experiência, melhora mais”, contou, ressaltando as atividades de escavação e o 'paleobingo' como as preferidas da família.

De acordo com a professora Ana Paula Lopes, responsável pelo setor de Geologia, a 24ª edição do Fim de Semana no Museu teve o objetivo de apresentar às pessoas mais conhecimentos sobre as ciências Paleontológica e Geológica, mostrando para quê servem essas ciências para a sociedade e em que tipo de ambiente elas estão inseridas.
A professora destacou, ainda, a importância do evento para o público. “É importante por trazer a comunidade, não só do entorno, como do município de Maceió e do estado de Alagoas para conhecer o museu, ver nossas exposições, o que a gente tem nas coleções e trazê-los para esse ambiente científico, didático e lúdico”, ressaltou.
Para o professor Jorge Luiz Lopes, diretor do MHN e responsável pelo setor de Paleontologia, a participação dos servidores, estagiários, monitores e estudantes voluntários é fundamental para a realização das atividades.
“Essa equipe foi formidável. Sem eles o Fim de Semana não teria sido o sucesso que foi. Eles são sempre de vital importância e o Fim de Semana concretiza-se graças à colaboração de todos os alunos, que, de uma forma ou de outra, participam do evento. Nós somos extremamente gratos ao empenho, dedicação, competência e carinho que eles têm com o MHN”, concluiu.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Paleontologia e Geologia invadem 24º Fim de Semana no Museu

Cavernas, fósseis e minerais serão explorados no tradicional evento que acontece nos próximos dias 16 e 17

Por: Graziela França – jornalista colaboradora

Os setores de Geologia e Paleontologia do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) convidam o público a entrar no mundo das cavernas, fósseis e minerais na 24ª edição do Fim de Semana no Museu, que acontece neste sábado (16) e domingo (17), na Sede do MHN.

A primeira edição do ano deste já tradicional evento do MHN vem acompanhada de uma programação gratuita e repleta de atividades. Os participantes poderão aprender mais sobre as duas áreas- Paleontologia e Geologia-, enquanto também desfrutam de momentos de lazer.

“Esta edição tem como objetivo levar para a sociedade um pouco do conhecimento sobre cavernas, geologia e paleontologia. A programação conta com palestras, oficinas, exposições e jogos infantis, além de atrações culturais para todas as idades”, contou Lucas Augusto, estagiário do setor de Paleontologia.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, no Prado (Praça da Faculdade). As atividades acontecem das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Serviço
O quê: 24° Fim de Semana no Museu
Quando: 16 e 17 de março
Horário: das 9h às 12h; 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)




segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Dia de Darwin leva atividades recreativas aos visitantes do MHN

Evento realizado pelo Grupo de Estudos sobre Evolução Biológica encerrou no último sábado (9)

Por: Graziela França e Gabriela Vieira – jornalista colaboradora e estudante de Jornalismo 


Um dia de diversão e conhecimento levou visitantes ao Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), no último sábado (9). As diversas atividades recreativas encerraram o Dia de Darwin, evento promovido pelo Grupo de Estudos sobre Evolução Biológica (Geseb).

A professora Cristina Viana foi uma das visitantes do evento. Ela e sua filha já conheciam o MHN, mas a temática despertou o interesse em realizar uma nova visita. “Estou achando muito interessante. Já trouxe minha filha no Fim de Semana no Museu e hoje aproveitei que era do Darwin e resolvi trazer novamente. Eu achei bom que teve atividade para os pesquisadores na quinta e sexta, deixando pras crianças [no sábado] essa parte de, desde cedo, já mostrar de uma forma mais lúdica e colocar conceitos”, comentou.
Para a estudante de Biologia e uma das organizadoras do evento, Júlia Dantas, espaços como o MHN são muito importantes para trazer o conhecimento por meio de brincadeiras, tornando a aprendizagem mais simples.
“Eu penso que o museu é um espaço muito importante, principalmente para o público infantil, pra criar um fascínio pelas ciências em geral, não só a Biologia. No nosso caso, como é Museu de História Natural, a gente puxa mais pra Biologia, Geografia, Geologia e História”, destacou a universitária que também é estagiária do MHN.
A bióloga Gabriela Kuwai participou da organização do evento e avaliou os outros dois dias de atividades, que aconteceram na quinta (7) e sexta (8). “O evento foi muito proveitoso. No primeiro [dia], a gente contou com o professor Sávio Torres, da Universidade da Paraíba, então a gente aproveitou muito bem, ele deu duas palestras e foi ótimo. No segundo, foi o dia do Ignite, um workshop de divulgação científica voltado pra evolução biológica. Já hoje [sábado], as crianças estavam adorando as brincadeiras”, relatou.
De acordo com o diretor do MHN, professor Jorge Luiz Lopes, a interação com o Geseb e outros grupos desta natureza são muito importantes e as atividades são acolhidas, visando ofertar uma programação rica em conhecimento e lazer ao público.
“Essa interação com organizações que pensam em ciência, que fazem ciência e que buscam levar a ciência para o grande público é realmente de vital importância, que é inclusive um dos papéis do museu. Então, se ele tem esse papel, recebe de bom grado instituições que também têm essa finalidade e o Geseb que já vem dando certo há bons anos”, comentou.
Fim de Semana no Museu retorna em março
O evento já foi um aquecimento para o retorno das atividades de um dos eventos mais esperados do MHN: O Fim de Semana no Museu. Com atividades na área de Paleontologia e Geologia, em março, crianças e adultos poderão se divertir e aprender. A data e a programação completa serão divulgadas em breve.



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

MHN integra programação do Dia de Darwin

Evento promovido pelo Grupo de Estudos sobre Evolução Biológica acontece de 7 a 9 de fevereiro

Por: Graziela França- jornalista colaboradora

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O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) encerra as atividades do Dia de Darwin, no próximo sábado (9), com atividades recreativas. O evento realizado pelo Grupo de Estudos sobre Evolução Biológica (Geseb) começa nesta quinta-feira (7), no Campus A.C. Simões, da Ufal de Maceió.
Entre as atividades que acontecerão no MHN estão espaços de pintura, cinema com pipoca, caça às borboletas, corrida de marsúpio, batalha das formigas, quiz e telefone sem fio evolutivo. A recreação será das 9h às 12h e das 14h às 16h, na sede do Museu, que fica localizado na Avenida Amazonas, Prado, em frente à Praça da Faculdade.

Dia de Darwin
O objetivo do evento é antecipar as comemorações do aniversário de Charles Robert Darwin, nascido em 12 de fevereiro. O naturalista escreveu A Origem das Espécies, um dos livros que mais influenciou a história da humanidade, abordando a Teoria da Evolução.
Na quinta-feira (7), a programação conta com três palestras, que serão realizadas no auditório da Reitoria da Ufal, das 9h às 17h30. Já na sexta (8), haverá o workshopIgnite Evolution, que trata sobre divulgação científica, na sala 18 do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS). Segue a programação em anexo.
As inscrições são gratuitas para participação na quinta (7). O investimento é de R$ 30 para a atividade da sexta (8), que é o workshop Ignite Evolution. Já para a parte recreativa do sábado (9) não há necessidade de inscrição.
Sobre o Geseb
O Grupo de Estudos sobre Evolução Biológica é um projeto da Universidade Federal de Alagoas criado em 2015, que possui interesse em divulgação científica e também se reúne para discutir sobre temas relacionados a evolução, ciência e filosofia da ciência.