segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Noite do Malassombro: MHN realiza Halloween regionalizado



Atividades são gratuitas, interativas, recreativas e com uma abordagem diferente
Por: Graziela França- jornalista colaboradora
 Diversão, terror, conhecimento e muitas atividades farão parte da 3ª edição do Halloween do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Com o tema Noite do Malassombro, o evento acontecerá nesta quarta-feira (31), data em que é comemorado o Dia das Bruxas, a partir das 18h, na sede do museu. 
Oficinas, exposições, filmes, mostras interativas, atividades recreativas, atrações culturais, entre outras atividades integram a programação. Além disso, haverá concurso de fantasia, onde serão eleitos dois participantes melhor caracterizados, nas categorias adulto e infantil. A música ficará por conta da banda Gigavoltz e do cantor Wyron Roberth. 
Na Noite do Malassombro serão abordadas lendas alagoanas, personagens folclóricos, conhecimento e a preservação da biodiversidade, com o intuito de promover uma conscientização dos participantes e fazer com que haja uma identificação com a cultura local.  
“O objetivo é atrair o público para que eles desfrutem de uma noite de conhecimento científico e cultural por meio de uma festa temática. Neste caso, nós buscamos não só as figuras clássicas do Halloween, como também as figuras do folclore brasileiro. Esses personagens são muitas vezes guardiões da natureza e não vilões. Então procuramos os vilões, que são aqueles que nós, seres humanos, criamos, como o lixo, o esgoto, a caça e pesca predatória e o desrespeito à natureza para retratar no evento, destacou o diretor do MHN, Jorge Luiz Lopes. 
O Halloween do MHN é uma ação promovida pelos servidores, bolsistas e colaboradores do museu e é uma alternativa gratuita para aqueles que procuram uma noite assustadora, divertida e regionalizada para comemorar a data. Para entrar no clima do evento, basta escolher a fantasia e participar, na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são voltadas para o público de todas as idades. 
Serviço 
3º Halloween no MHN: Noite do Malassombro 
Dia: 31 de outubro 
Horário: 18h às 22h 
Local: Museu de História Natural (Av. Amazonas, Prado

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Museu de História Natural integra programação de evento nacional



Primavera dos Museus é comemorada em todo país em alusão à chegada da estação
Por: Graziela França- jornalista colaboradora
Com a chegada da estação mais florida do ano acontece a 12ª Primavera dos Museus. E o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) participa do evento, com atividades para o público interno e externo, nesta quinta-feira (20), na sede do MHN.
Este ano, realizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), com o tema Celebrando a Educação em Museus, o evento busca trazer discussões sobre o assunto e inspirar atividades nos equipamentos culturais de todo o país.
“É um dos eventos anuais mais importantes para os museus brasileiros. E este ano serve para discutir questões importantes sobre a Política Nacional de Educação Museal que teve seu texto aprovado recentemente, e a divulgação do caderno. Reforça o potencial educativo dos museus e a importância de estruturar ações educativas para diferentes públicos”, destacou a museóloga do MHN, Cíntia Rodrigues.
Na programação, mesa-redonda, debate e um painel voltado para discutir a temática desta edição, que é gratuita e aberta ao público de todas as idades, a partir das 14h.
Confira a programação no anexo.
Serviço:
O quê: Primavera dos Museus
Quando: 20 de setembro
Horário: A partir das 14h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Primavera invade a 21ª edição do Fim de Semana no Museu



Evento acontece neste sábado (15) e domingo (16), das 9h às 17h
Por: Graziela França- jornalista colaboradora

Setembro é o mês em que inicia a primavera, conhecida como a estação das flores. Por isso, a 21ª edição do Fim de Semana no Museu trará atividades voltadas à conservação do meio ambiente e também do setor de botânica. O evento será neste sábado (15) e domingo (16), das 9h às 17h, na sede do MHN.
Na programação, atrações voltadas ao público adulto, como oficinas de cactos e plantas suculentas. Para as crianças, algumas das atividades abordam a análise de flores e uma busca por determinada planta no Jardim do MHN, como um desafio de detetives.
A professora Letícia Ribes, responsável pelo setor no MHN, destacou a recepção do público ao Fim de Semana no Museu, que já está em seu segundo ano.
"O evento já entrou para o calendário da população e muitas pessoas esperam para participar. Para mim, é uma atividade de extensão extremamente benéfica tanto para a comunidade quanto para os funcionários do MHN que se dedicam e pensam no melhor que podem fazer para levar informação científica de qualidade para os visitantes", destacou.
De acordo com Carlos Correia, biólogo do MHN e um dos organizadores, o evento permite que as pessoas conheçam o que está sendo produzido no museu. “A importância é socializar conhecimentos sobre história natural com a comunidade e aproximar as práticas realizadas no âmbito do MHN das pessoas”, ressaltou.
As atividades, gratuitas e para todas as idades, são das 9h às 17h.
Confira a programação no anexo.
Serviço:
O quê: 21° Fim de Semana no Museu
Quando: 15 e 16 de setembro
Horário: das 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Estagiários destacam contribuição do MHN na vida acadêmica e profissional



O Museu de História Natural é um equipamento fundamental para a realização de atividades acadêmicas
Por: Graziela França – jornalista colaboradora 
A paixão pela natureza, animais, interesse em conservação e a curiosidade são alguns dos motivos que fazem estudantes escolherem a Biologia como futura profissão. Em alusão ao Dia do Biólogo, comemorado nesta segunda-feira (3), o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) destaca a importância e contribuição desses alunos no desenvolvimento da instituição.

Decisão de infância
Cursando o 7º período de bacharelado em Ciências Biológicas, Julia Dantas, estagiária do setor de mastozoologia (mamíferos) do MHN, conta que a sua escolha em seguir esta área aconteceu cedo. “Aos 10 anos de idade eu já tinha decidido que ia ser bióloga. Na época eu nem sabia o que era realmente a Biologia, mas eu sempre tive um grande interesse sobre a natureza, as perguntas, a investigação, a descoberta”, disse a estudante.
Ela falou ainda que estar no MHN é desafiador pelas importantes atividades que ele desempenha e às diferentes pessoas que atende. “A gente tem que se adequar ao público, cativar cada um com suas especificidades. A gente não fala com uma turma do ensino fundamental da mesma forma que fala pra um adulto, assim como não fala com uma pessoa que tem ensino superior da mesma forma que fala com outra que só estudou até o ensino básico. Esse é o bacana de trabalhar no Museu, todo dia é um novo público e todo dia uma nova forma de passar aquele mesmo conteúdo”.
Ou após o vestibular
Para a xará, Júlia Vieira, do setor de Paleontologia, a decisão pelo curso não veio tão cedo, mas antes mesmo do resultado do vestibular ela já gostava da ideia de cursar Biologia. A estudante enxerga a importância da instituição principalmente no que diz respeito em aliar à produção científica com o contato com a sociedade. “Desde 2015 venho, não só estagiando, mas também fazendo parte ativamente das atividades do museu, desde a mediação cotidiana até os eventos de grande público (Fim de Semana no Museu e Halloween, por exemplo) e posso dizer que é muito prazeroso compartilhar conhecimento, ainda mais tendo a chance de aprimorar cada vez mais habilidades como saber informar e também ouvir, dar atenção”, destacou.
Paixão por animais...
Também atuando no setor de mamíferos (mastozoologia), a estudante de licenciatura, Joyce de Lima, estagia no MHN desde 2016. “Eu sempre gostei de animais, e sabia que queria trabalhar com algo que os relacionasse. Minha ideia inicialmente era cursar Medicina veterinária, mas o destino acabou me movendo para a Biologia, na qual acabei me apaixonando”.
No MHN ela destaca as atividades como o Fim de Semana no Museu, mas também vê muita importância em outras ações desenvolvidas. “Além das pesquisas na área de ecologia com os pequenos mamíferos, que é de fundamental importância para o seu entendimento e conservação, outros projetos relacionados a Educação Ambiental, com crianças, são de extrema importância para aproximar a sociedade desses seres vivos e consequentemente estimular a consciência de preservação ambiental, desde cedo”, pontua a estudante.
E pela conservação da natureza
O estagiário do setor de Botânica, Agberto Ferreira, está no MHN há pouco mais de um mês, mas já vê na instituição a oportunidade de colocar em prática o que é aprendido em sala de aula. “O MHN também serve para exercitar o que aprendi, contextualizando com o público, transmitindo e emocionando as pessoas que visita as salas de exposição. A monitoria está sendo muito gratificante, por estou vencendo a minha timidez com o público que nos visita”.
Agberto escolheu a Biologia foi por seu interesse em temas ligados à natureza. “É algo que gosto muito, onde se trabalha a preservação da natureza, com o uso correto dos recursos naturais, fazendo entender a vida em um contexto geral, abrindo os olhos para o nosso eu verdadeiro no universo”, frisa.
Experiências de laboratório e de campo
Mércia Araújo é estudante do 4º período de Biologia e atua nos setores de Paleontologia e Arqueologia do MHN há 8 meses. “Sempre gostei de ciências e de biologia, entrei no curso com o objetivo de ser bióloga forense. O trabalho que o biólogo faz e como isso é traspassado para o mundo, me fez ser apaixonada pela profissão”,  afirma.
Ela destaca ainda importância do museu em várias maneiras de adquirir conhecimento. “É de grande valia para mim, pois proporciona experiências únicas em campo, nos laboratórios, com o público. Gosto muito de estar nos laboratórios de modo geral”.
De estagiário a diretor do MHN
O professor Jorge Luiz Lopes, também é formado em Ciências Biológicas pela Ufal. Mas, as semelhanças com os outros estudantes do MHN não são apenas estas. O atual diretor do MHN e responsável pelo setor de Paleontologia foi um dos estudantes que auxiliaram na fundação do museu em 1991. “Durante o meu curso de graduação na Ufal eu também fui estagiário do Museu, sinto muito orgulho em fazer parte da equipe que fundou o MHN. Fiquei como estagiário durante muitos anos e isso me levou a um melhor conhecimento na área que eu trabalhava na época, que era a herpetologia, me trouxe um amadurecimento muito grande sobre o que é pesquisa. Depois voltei como pesquisador voluntário ao museu e agora como efetivo dentro da Ufal”, relata.
O diretor do MHN classifica a atuação dos estudantes dentro da instituição como vital e enfatiza o crescimento profissional que eles adquirem enquanto contribuem. “Os alunos de Biologia no museu são de grande importância. Aqui eles podem desenvolver pesquisas nas áreas que o museu tem especialidades, eles fazem trabalho de extensão, e hoje um dos melhores modelos de extensão da universidade é o que o Museu de História Natural vem praticando. Além disso, eles também contribuem com a recepção ao público”, concluiu o professor Jorge Lopes.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

MHN promove 20ª edição do Fim de Semana no Museu



Evento abordará características dos seres vivos e conservação nos próximos sábado (18) e domingo (19)
Por: Graziela França- estudante de Jornalismo

Com o intuito de abordar diferentes seres vivos e educação ambiental, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza o 20º Fim de Semana no Museu, nos próximos sábado (18) e domingo (19). Com a temática Bicho maluco beleza, o evento trará diversas atrações que tratam sobre a alimentação, o comportamento e a conservação das diferentes formas de vida.
Na programação, oficinas, palestras, jogos, atrações culturais, entre outras atividades buscam integrar o público em temas voltados para a ecologia. De acordo com a professora Flávia Barros, uma das organizadoras do evento, a intenção é explorar as relações entre os seres vivos.
“A conservação será abordada tanto com ações voltadas à educação ambiental para crianças, quanto com atividades individuais para adultos que busquem um estilo de vida mais saudável. Por esta razão, haverá uma oficina de bonsai, outra de horta suspensa e uma palestra sobre autocuidado para pessoas que sofrem com dores crônicas”, ressaltou.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, no Prado (Praça da Faculdade). As atividades, gratuitas e para todas as idades, são das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Confira a programação no anexo.
Serviço
O quê: 20° Fim de Semana no Museu
Quando: 18 e 19 de agosto
Horário: das 9h às 12h; 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Integrantes do MHN ministram minicurso na Paraíba sobre taxidermia



Professor Renato Gaban Lima e a colaboradora Priscilla Monteiro abordaram técnicas para “empalhar” e conservar características dos animais
Por: Graziela França- estudante de Jornalismo 

Com o objetivo de disseminar a taxidermia científica, integrantes do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) ministraram um minicurso sobre a técnica que consiste em empalhar, como é conhecido popularmente, um animal morto, visando conservar suas características. A formação aconteceu durante o 2º Seminário Internacional de Gestão de Acervos Científicos (Sigac), na Universidade Federal da Paraíba.
O curso foi ofertado pelo professor Renato Gaban Lima, lotado no MHN e no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (Icbs), e pela colaboradora do setor de Ornitologia (aves) do museu, Priscilla Monteiro, aprovada recentemente no concurso da Ufal para taxidermista.
De acordo com o professor Renato Gaban Lima, a intenção foi apresentar os conhecimentos adquiridos no que se refere a preparação desses materiais, com o objetivo de aprimorar os acervos científicos brasileiros.
“No curso nós abordamos técnicas de taxidermia científica de aves e mamíferos, que são as coleções que mais usam taxidermia na preparação de seus acervos. A importância é difundir essas técnicas que são tão importantes para ampliação dos acervos da biodiversidade brasileira”, destacou o professor.
Para Priscilla, mesmo que a taxidermia seja pouco abordada na graduação, é fundamental adquirir esse tipo de conhecimento, pois muitos pesquisadores da área da biologia acabam precisando em algum momento da sua vida profissional. A bióloga também explicou as etapas do minicurso.
“Iniciamos com uma parte teórica, voltada à coleta dos animais, dos dados de campo e identificação dos espécimes. Também falamos um pouco sobre a anatomia dos diferentes grupos de animais. A prática teve anotações de dados biométricos, que é uma parte muito importante, já que vários deles se perdem durante a Taxidermia”, pontuou.
O público estava formado por estudantes, membros de outros museus, pessoas do batalhão ambiental da Paraíba, entre outros.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

De Moscou para Alagoas: diretora do Museu de Darwin desembarca na Ufal



Pela segunda vez no Brasil, pesquisadora participou da SBPC Jovem
Por: Cairo Martins - estagiário de Jornalismo -
Anna Klyukina em sua primeira visita ao MHN.
Durante uma semana, a SBPC Alagoas reuniu pesquisadores e cientistas de diversas regiões do país e do mundo. A prova disso é que, em seu último dia, a 70ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência recebeu a diretora do Museu de Darwin, localizado em Moscou, na Rússia, Anna Klyukina, para participar desse período repleto de experiências. A pesquisadora ministrou a palestra Museus de Ciências Naturais como espaço de Educação não formal.
Na palestra, a pesquisadora relata um pouco de como é o Museu, suas atividades e a trajetória da instituição, desde a sua criação. “A exposição é sempre interessante. Flores e arbustos acompanham todo o território do museu, transformando-o em um ambiente harmonioso e convidativo, para um ótimo passeio ecológico, além de aprimorar os conhecimentos sobre a natureza”, destacou Anna.
Segundo a diretora, desde a sua primeira visita a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que equipamentos culturais como o Museu de História Natural (MHN) da Instituição tem conquistado mais espaço, fato que não era percebido antes. Ela se alegra em usar o Museu da Ufal como exemplo de ascensão. “O Museu de História Natural de Maceió, tem subido consideravelmente para altas camadas da categoria. Se todos ajudam o Museu, ele se torna centro educativo de alto nível, além de uma imprescindível ferramenta de aprendizado para crianças”, finalizou a pesquisadora.
A palestra contou com a intérprete-tradutora, Natalia Fedorova.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

MHN inaugura 1ª sala de exposição de Meteorologia do Brasil



Evento contará com a presença da diretora do Museu Estadual de Darwin, na Rússia
Por: Graziela França- estudante de Jornalismo 
Sede do MHN. Foto: Willams Fagner.
O  Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas vai inaugurar mais uma sala de exposição nesta sexta-feira (20). Em parceria com o Instituto de Ciências Atmosféricas (Icat) da Ufal, um ambiente voltado para a exposição com objetos de Meteorologia será uma novidade não só em Maceió, mas em todo o país. O lançamento acontecerá a partir das 14h, na sede do MHN. 
A sala e exposição de Meteorologia trará informações e objetos, novos e antigos, referentes às Ciências Atmosféricas e suas diversas áreas. De acordo com o diretor do MHN, professor Jorge Luiz Lopes, a exposição permanente vai permitiral um conhecimento mais aprofundado da área, que é tão influente e próxima do cotidiano das pessoas. 
“A finalidade desse ambiente é  falar entre outros assuntos da Meteorologia, como o clima, seja ele passado, presente. Tendo em vista as mudanças climáticas que o planeta sofre e que afetam diretamente a biodiversidade e , inclusive, traz problemas para a nossa espécie”, explicou o diretor. 
Para a professora do Icat e coordenadora do projeto da sala de exposição, Natália Fedorova, o local contribuirá no conhecimento de várias áreas que envolvem a Meteorologia, além de apresentar instrumentos de diferentes épocas para a população. 
“Nesta sala há diversos instrumentos e alguns funcionam em tempo real. Um deles é a estação meteorológica, que fica no pátio do museu, o outro é um computador que recebe informações de vários satélites, com dados recebidos na mesma hora. Também terá instrumentos antigos, como o primeiro radar meteorológico da Ufal e antigos computadores do Icat”, contou a professora. 
Além disso, o público poderá interagir com parte do material de exposição, conhecendo mais de perto a Meteorologia. 
Parceria com Museu Estadual de Darwin 
Para prestigiar a inauguração, estará presente a professora Ana Klyukina, diretora do Museu Estadual de Darwin, localizado em Moscou, na Rússia. 
A visita também volta a firmar a parceria estabelecida por meio de um convênio entre o MHN com o museu russo, em 2014, como explica o professor Jorge Luiz Lopes: “Com a mudança para a nova sede do museu, nós sentimos a necessidade de fazer com que a parceria voltasse efetivamente a acontecer. Então a vinda dela será muito boa, porque nós vamos poder acertar uma série de detalhes no que diz respeito às trocas de informações e colaboração entre essas duas instuições”. 
Durante a semana, a docente russa oferta um minicurso, no auditório do Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Igdema) da Ufal, em que fala da sua experiência na instituição que já passou por duas grandes guerras e uma revolução. O evento acontece em parceria entre o MHN, Icat e Igdema. 
Serviço 
O quê? Inauguração da 1ª Sala e exposição de Meteorologia do país
Quando? Sexta-feira (20), às 14h
Onde? Sede do Museu de História Natural, localizado na Av. Amazonas, em frente a Praça da Faculdade

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Fim de Semana no Museu e Shows de Ciência integram SBPC Jovem



Projetos vinculados à Pró-reitoria de Extensão (Proex) movimentam os estandes
Por: Thalis Firmino – estudante de Jornalismo
Foto: Usina Ciência
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é um órgão ligado à Pró-reitoria de Extensão (Proex) que atua na conservação, estudo e catalogação de coleções representativas dos ecossistemas, além de organizar ações educativas e de divulgação. Para SBPC Jovem, a equipe preparou inúmeras atividades que acontecem no decorrer da semana e, exclusivamente no sábado, terá também o espaço Desvendando a Natureza que incorpora mostras e oficinas recreativas.
Confira algumas que já estão confirmadas:
Oficina de fotografia e divulgação científica usando celulares e redes sociais
Apresentar técnicas básicas de fotografia de natureza e ferramentas para divulgação científica usando redes sociais como Instagram e Facebook.
Oficina com materiais recicláveis
Por meio da produção de artesanato, visa mostrar como reaproveitar materiais que foram descartados e quais são potencialmente perigosos ao meio ambiente.
Oficina de vulcões
A oficina será desenvolvida em dois momentos e os estudantes poderão produzir seus próprios vulcões de argila; primeiro será feita a modelagem e depois a realização da erupção onde serão utilizadas diferentes misturas químicas que produzem efeitos distintos.
Mostra sobre Jacaré:
Será montado um terrário para jacaré para que o público possa observá-lo com mais facilidade e serão prestadas informações básicas sobre seu hábitat natural, dieta, reprodução, comportamento, papel ecológico e criação legalizada da espécie.
MHN na programação
O Museu de História Natual da Ufal (MHN) também apresenta, durante a semana, uma exposição de fósseis, moluscos, plantas, além de insetos, répteis, anfíbios, aves e mamíferos, todos taxidermizados, popularmente chamados de empalhados, na edição exclusiva do projeto Fim de Semana no Museu. Na sua 19ª realização, o programa traz o tema A cobra está solta, sendo numa proposta elaborada pelo Laboratório de Herpetologia que atenta ao estudo dos anfíbios e répteis. 
Para o diretor do MHN, Jorge Luiz Lopes, é extremamente importante externar essas ações porque esclarecem e inserem toda comunidade nos trabalhos que são desenvolvidos pela instituição. “Levar o projeto para outro espaço, que não só o do museu, permite que um público maior possa conhecer o que é o Museu de História Natural da Ufal e sua atuação nos âmbitos de pesquisa, ensino e extensão, e a importância de frequentar esses ambientes de aprendizado, cultura e lazer por parte da população”, destacou. 
Ainda na tenda da SBPC Jovem haverá também os estandes da Usina Ciência, dos Shows de Química e Biologia e dos Shows de Física e Astronomia, são três espaços estruturados pelo Centro de Ciências da Ufal, vinculados à Proex. Ações educativas e de divulgação científica são parte do plano que visa prestar serviços na melhoria da qualidade de ensino básico em Alagoas, sobretudo na área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. 
“Ao longo dos anos, a Usina Ciência tem se equipado e desenvolvido ações que contribuem para minimizar as dificuldades do ensino escolar especialmente quanto à ausência de laboratórios. Também tem sido um importante espaço de atualização de professores da educação básica, procurando auxiliar a escola dentro de sua função de divulgação científica”, enfatizou o atual coordenador, Reinaldo Rodrigues. 
Entenda como vai funcionar:
Usina Ciência
O espaço apresenta a história da Usina Ciência e a equipe conversa sobre a fundação, acervo e atividades que são realizadas por esse programa. 
Show de Física e Astronomia
Com experimentos e exibições que envolvem conceitos físicos e astronômicos, o show é uma apresentação científica interativa que se propõe a ensinar de forma dinâmica e instigante. 
Show da Química
A química é um ramo do conhecimento humano interessado em estudar a estrutura, as propriedades e as transformações da matéria, por isso, por meio de apresentações cênicas com experimentos químicos, o show vai mostrar como é importante e divertido aprender sobre esses assuntos, despertando o interesse de alunos e professores, além de motivar o estudo constante dessa ciência. 
Show de Biologia
Ensinar e comunicar os conceitos de biologia de maneira descomplicada e descontraída é o objetivo do Show de Biologia. As apresentações são focadas no corpo humano e saúde; micro-organismos e plantas medicinais. 
A SBPC Jovem acontece entre os dias 23 a 28 de julho no Campus A. C. Simões, em Maceió, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30. A entrada é gratuita e a programação completa já está disponível no site.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Vida marinha é tema do 18º Fim de Semana no Museu



Programação traz oficinas, palestras, jogos, exposição temática, entre outras atividades
Por: Graziela França- estudante de Jornalismo
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) vai "virar mar" nos dias 9 e 10 de junho com as atividades do 18º Fim de Semana no Museu. O evento trará diversas atrações que abordarão a vida marinha e suas características do ponto de vista da biodiversidade e preservação das espécies.
Na programação, oficinas, palestras, jogos, exposição temática, presença de grupos de preservação da vida marinha, além da troca de figurinhas do álbum da Copa do Mundo, levando em consideração a proximidade do maior evento de futebol mundial.
De acordo com Gabriela Correia, uma das organizadoras desta edição, o público terá a oportunidade de conhecer mais sobre os seres e sua preservação. “O 18º Fim de Semana no Museu traz como temática o ‘fundo do mar’, que tem como foco a vida marinha, como os animais vivem nesse ambiente, suas adaptações, sua dinâmica de vida e também aborda os problemas causados pelo lixo para esses seres vivos”, explica.
O evento acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades, gratuitas e para todas as idades, são das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Premiação
No encerramento do 18º Fim de Semana no Museu, também serão anunciados os vencedores do Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica. As melhores imagens estão em votação desde o dia 18 de maio, na sede do MHN, e serão escolhidas pelo voto popular e dos jurados.
Serviço:
O quê: 18° Fim de Semana no Museu
Quando: 9 e 10 de junho
Horário: das 9h às 12h; 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)
Confira a programação

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Dia Internacional dos Museus e 28 anos do MHN são comemorados nesta sexta (18)



Evento acontece das 9h às 12h e das 14h às 17h, na Sede do MHN; Programação integra 16ª Semana Nacional de Museus
Graziela França - estagiária de jornalismo
Com uma programação variada, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) participa da 16ª Semana Nacional dos Museus. O evento acontece nesta sexta-feira (18), das 9h às 12h e das 14h às 17h, na Sede do MHN, e comemora o Dia Internacional dos Museus e o aniversário de 28 anos da Instituição, completados em 7 de maio.
De acordo com Cristina Conceição, técnica em assuntos educacionais do MHN, comemorar essa data com instituições de todo o país é muito significativo, além de realizar uma comemoração especial dos 28 anos do MHN. “O objetivo é proporcionar ao visitante conhecimento sobre a biodiversidade alagoana através da educação, ciência, cultura e lazer, e despertar o interesse e a vontade de uma relação mais dinâmica da sociedade com o museu”, comentou.
Semana Nacional dos Museus
A 16ª Semana Nacional dos Museus é promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e traz o tema Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos, visando abordar o modo de interação dos museus com seu entorno e como essa relação foi impactada com o avanço da conectividade digital.
Programação
Visitas guiadas, palestras, oficinas lúdicas e pedagógicas, jogos e brincadeiras sobre diversas temáticas envolvendo história natural e cultural de Alagoas compõem a programação do evento.
A palestra será ministrada pela delegada regional da Federação Internacional de Educação Física (FIEP/AL), Albanize Mirindiba, que falará sobre a inclusão de pessoas com deficiência visual no contexto acadêmico, às 14h.
Para as crianças, haverá, pela manhã, oficina de vulcão, de desenhos na areia, de sucata e 
contação de histórias sobre arqueologia. À tarde, será ministrada oficina sobre peixes e bicos de passáros, brincando com dinossauro, jogo da velha sobre presa e predador e perguntas e respostas sobre morcegos. Durante o dia inteiro as crianças poderão deixar suas marcas no painel de pintura rupestre.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Sábado é dia do 17º Fim de Semana no Museu



Evento gratuito acontece na sede do MHN, das 9h às 12h e das 14h às 17h30 neste sábado (12)
Graziela França- estudante de Jornalismo
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza, neste sábado (12), a 17ª edição do Fim de Semana no Museu. O evento trará atividades que exploram as conexões da vida por meio do processo evolutivo e padrões de compartilhamento de características.
“A intenção é passar aos visitantes uma ideia de conexão entre as diferentes formas de vida. Conexões no que se refere ao compartilhamento de características, o que é fruto do processo evolutivo e de um relacionamento de parentescos entre os organismos, por isso que alguns animais são mais parecidos com outros do que com terceiros. Mas, também vamos abordar alguns aspectos das conexões ecológicas das linhagens expostas”, explicou o professor Renato Gaban Lima, responsável pelo Laboratório de Sistemática e Ecologia de Aves (LSEA) e setor de Ornitologia do MHN.
No local, haverá visita guiada para os visitantes e as crianças poderão se divertir com pinturas, jogos pedagógicos envolvendo aves e outras atividades. O 17º Fim de Semana no Museu vai ser conduzido pelo LSEA, vinculado ao Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) da Ufal.
O evento acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades, gratuitas e para todas as idades, são das 9h às 12h e das 14h às 17h30.
SERVIÇO
O quê: 17º Fim de Semana no Museu
Quando: Sábado (12 de maio)
Horário: 9h às 12h, 14h às 17h30
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Fim de Semana no Museu tem Arqueologia e tango na programação


Evento é gratuito e acontece nos dias 7 e 8 de abril, na sede do MHN
Graziela França- estudante de Jornalismo

Nos dias 7 e 8 de abril, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 16ª edição do Fim de Semana no Museu. O evento será conduzido pelo setor de Arqueologia, que traz atrações voltadas para aproximar o público a esta área e mostrar como os profissionais contribuem para o conhecimento da história da região.
“Vamos mostrar como a Arqueologia contribui e como ela faz para traduzir esses achados para que as pessoas possam conhecê-lo”, explicou o estudante de Arqueologia e estagiário do setor, Alex Andrade.
Já o estagiário Allan Cristian ressaltou a necessidade de explorar o tema com a comunidade. “A ideia é mostrar ao público a importância de estudar e preservar os vestígios de povos que vieram antes de nós, pois também fazem parte da nossa historia e da nossa cultura”, completou.
A programação conta ainda com oficinas, palestras, visitas ao setor de Arqueologia, entre outras. Além disso, haverá uma oficina de tango com os professores Carlyle e Telma e de música com o duo alagoano Mesa para dois, que conta com um repertório de MPB, samba e músicas regionais, no sábado. O cantor Luiz Henrique encerra a edição do evento, no domingo.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades, gratuitas e para todas as idades, são das 9h às 12h e das 14h às 17h, nos dois dias de evento.
Serviço:
O quê: 16º Fim de Semana no Museu
Quando: 7 e 8 de abril
Horário: 9h às 12h, 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade