quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Pesquisas desenvolvidas no MHN são apresentadas em evento sobre o Semiárido

Evento aconteceu entre os dias 8 e 10 de novembro, em Campina Grande

Graziela França - estudante de Jornalismo
Estudantes de graduação e pós-graduação de Geografia e Ciência Biológicas da  Universidade Federal de Alagoas (Ufal), vinculados ao Museu de História Natural (MHN), apresentaram pesquisas desenvolvidas dentro da Instituição no 2º Congresso Internacional de Diversidade no Semiárido (Conidis). O evento aconteceu entre os dias 8 e 10 de novembro, no Centro de Convenções Raimundo Asforra, no Garden Hotel na Cidade de Campina Grande, Paraíba.

Com a presença de pesquisadores das Américas e Europa, foram discutidas questões  sobre pesquisa em diversas áreas do semiárido por meio de fóruns, palestras, mesas redondas, apresentações orais e pôsteres. Na ocasião, os alunos apresentaram trabalhos no formato de pôsteres nas áreas de biogeografia, riquezas do semiárido, recuperação de nascentes e herpetologia (estudo de anfíbios e répteis).
De acordo com Jardel Estevam Barbosa dos Santos, estudante de licenciatura em Geografia, a participação no evento é importante, pois proporciona conhecimento teórico e prático, que ajudam no desenvolvimento acadêmico e pessoal.
“Para nós, que estamos dentro de grupos de pesquisas voltados para estudos da região Semiárida, ele [Conidis] se torna um importante instrumento de divulgação de estudos deste bioma que ainda é tão pouco estudado quando comparado a outros do país. Além disso, ele dá uma maior visibilidade sobre as atividades que são desenvolvidas no Museu de História da Natural, uma vez que ele comporta também laboratórios de pesquisa”, contou o estudante.
A conscientização sobre a caatinga e também sobre o lado social é um dos pontos destacados pelo estudante de bacharelado em Geografia, Gabriel do Nascimento Alves. “A quantidade de trabalhos apresentados foi considerável, e todos relevantes para o reconhecimento de que, ao contrário do que é difundido fora da academia, a caatinga é um bioma bastante rico em biodiversidade e sua preservação é fundamental, principalmente por ser o bioma brasileiro com menos proteção no sentido de políticas ambientais”, explicou.
Pesquisas no MHN
Também participaram do evento os estudantes Ana Beatriz da Silva, Álvaro dos Santos e Anderson Marques Araújo, todos da graduação e pós-graduação do Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Igdema). No MHN, eles estão lotados no setor de Geologia e Paleontologia, sendo os professores Ana Paula Lopes e Jorge Luiz Lopes os responsáveis, respectivamente.
Já Willams Fagner Soares dos Santos, graduando de Ciências Biológicas, participa de pesquisas no setor de Herpetologia do museu, coordenado pela bióloga Selma Torquato.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Fim de Semana no Museu tem programação voltada à cultura negra



Evento trará valorização e conhecimento com diversas atrações, nos dias 11 e 12 de novembro


Graziela França- estudante de Jornalismo
Nos próximos dias 11 e 12, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza o 14° Fim de Semana no Museu. A edição do evento abordará temas voltados para a conscientização e valorização da cultura afro, em alusão ao Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro.

Na programação, atividades gratuitas como oficinas, contação de histórias, poesia no varal, apresentações do grupo de maracatu Afro Caeté, show Coisa de Nêgo com o Cantor Igbonan, entre outras diversas atrações culturais e artísticas, além da exposição permanente Alagoas: do mar ao sertão.
De acordo com Klinger Silva, um dos idealizadores do evento, é importante que o museu, como uma ferramenta cultural e científica, se engaje na luta pelo fim do preconceito, abordando temáticas das minorias com o objetivo de esclarecer à sociedade, educar os mais jovens e vencer preconceitos.
“A luta contra o preconceito é uma luta de séculos aqui no Brasil, herdada do período da escravidão, e está muito presente nos dias de hoje. Eu, como negro, e outros, podemos falar isso. Às vezes as pessoas não percebem por não estarem vivendo essa realidade, mas sabemos que é uma luta diária. E pra isso, é preciso que a universidade e a escola cumpram também esse papel que é de vencer essas barreiras”, comentou Klinger.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são das 9h às 12h e das 14h às 17h, nos dois dias de evento.
Serviço:
O quê: 14º Fim de Semana no Museu
Quando: 11 e 12 de novembro
Horário: 9h às 12h; 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

Confira a programação
Sábado (11/11/2017)
9h - Abertura da exposição Alagoas do Mar ao Sertão
10h às 12h - Confecção de máscaras africanas (Oficina Infantil)
13h30 às 15h - Confecção de livrinho infantil (20 crianças)
15h - apresentação do grupo de maracatu Afro Caeté
16h30 - Oficina de dança afro com Diego Bernardes Ayraiberu

Domingo (12/11/2017)
9h - Abertura da exposição Alagoas do Mar ao Sertão
10h- Contação de histórias: Histórias do lar... de lá, com o professor Toni Edson
14h - História de Zumbi dos Palmares (teatro de fantoches)
15h- Oficina de  turbantes: "Imo Gélè - Turbante do Saber" - Lucélia Tayná
16h30 - Apresentação Papel no Varal (poesia) e do show Coisa de Nêgo com o Cantor Igbonan

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Uma noite no Museu: MHN realiza Halloween regionalizado


Evento acontece nesta sexta-feira (27), a partir das 16h, na Sede do MHN


Graziela França - estudante de Jornalismo

 O Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 2ª edição do Halloween do MHN  com uma noite de terror, diversão e conhecimento. O evento acontece nesta sexta-feira (27), a partir das 16h, na Sede do Museu. Na programação, diversas atividades para aqueles que procuram uma opção assustadora, divertida e regionalizada para comemorar a data.
Lendas alagoanas, personagens folclóricos, conhecimento e conscientização sobre a preservação da biodiversidade serão aspectos abordados no evento, com o objetivo de fazer com que as pessoas se identifiquem com a comemoração do Halloween e a cultura local. No evento, algumas atividades também estão voltadas para a desmistificação de lendas que atribuem má sorte a alguns animais e explicar a importância deles para o meio ambiente.
“O intuito é estreitar os laços com a comunidade e divulgar o conhecimento produzido através das pesquisa, se utilizando do mote desta comemoração para explorar temas que são inerentes ao nosso dia a dia. Este ano vamos trabalhar o tema Seres fantásticos, que são atribuídos à má sorte, ou visto de forma negativa, e desmistificar essa imagem, mostrando o quanto eles são importantes para manter um equilíbrio”, explicou Cíntia Rodrigues, museóloga do MHN.
Programação
A programação conta com a exibição de filmes de terror alagoano, apresentações teatrais, desfiles de fantasias com os visitantes, atividades recreativas, oficinas para as crianças, salas especiais, exposições, entre outras atividades, além de uma decoração propícia para um Halloween nordestino. O evento será encerrado com apresentação musical da banda de rock, Rapel sem Cordas.
O evento acontece com a colaboração de servidores e bolsistas do Museu, sempre interessados e animados com os projetos desenvolvidos na instituição. Além do apoio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), dos professores José Acioli da Silva Filho e Washington Monteiro de Anunciação do Instituto de Ciência Humanas, Comunicação e Artes (Ichca), da Escola Técnica de Artes (ETA) da Ufal e da Banda Rapel sem Cordas.
Para entrar no clima do evento, basta escolher a fantasia e participar do Halloween do MHN, na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são gratuitas e voltadas para o público de todas as idades.
Programação do Evento

16h- Abertura do Halloween do MHN.
16h às 18h- atividades recreativas para crianças
17h- abertura da "Sala do Malassombro"
18h- desfile infantil de fantasias
18h30- abertura da sala de filmes Alagoanos de terror , do cineasta "Andrey Melo"
19h- Experimentação Cênica " Os Bandos e Cobra Jararaca"
20h30- desfile de Fantasias dos Adultos.
21h - Show da Banda " Rapel sem Cordas".
   
Serviço
2º Halloween no MHN: Uma noite de terror e diversão
Dia: 27 de outubro
Horário: 16h às 22h
Local: Museu de História Natural (Av. Amazonas, Prado)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Herbário do MHN lança artigo em edição especial de revista científica



Objetivo é divulgar a participação do setor nas atividades de extensão realizadas dentro do Museu

Graziela França – estudante de Jornalismo

  
O Herbário Professor Honório Monteiro do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) publicou um artigo na revista Unisanta Bioscience falando sobre a participação do setor nas atividades de extensão realizadas dentro do MHN. Com o objetivo de divulgar essas ações, o artigo compôs a edição especial da revista que conta com pesquisas e atividades desenvolvidas em herbários de todo o país.

A publicação foi feita durante o 68º Congresso Nacional de Botânica, em agosto, no Rio de Janeiro. Promovido pela Sociedade Botânica do Brasil, o evento conta com a participação de botânicos do Brasil e exterior, além de estudantes de graduação e pós-graduação interessados nessa área do conhecimento.
“Publicações desse tipo são muito importantes, pois divulgam para o meio acadêmico o que está sendo feito, em termos de atividades de extensão, pelos Herbários do Brasil. Mostramos para todos que estamos atendendo ao tripé de uma instituição de ensino público, que além de atuar com ensino e pesquisa, tem também o dever de atuar com a extensão, derrubando os muros existentes entre a universidade e a população”, destacou a professora Letícia Ribes de Lima.
O artigo foi produzido pela professora Letícia Lima, responsável pelo setor de botânica e pelo biólogo Carlos Correia. No trabalho, os pesquisadores destacam os projetos desenvolvidos dentro MHN, como: participações em edições do Fim de Semana no Museu, com oficinas, palestras, cinedebate, apresentações culturais, além de novas exposições. O intuito é a divulgação científica de conhecimentos botânicos, por meio de atividades lúdicas que permitam que a população conheça a área.
“Em geral, Herbários são ambientes visitados apenas por pesquisadores e estudantes interessados em conhecer a flora de uma determinada região, não sendo muito visitado pela população. Assim, a participação do Herbário no Projeto Fim de Semana no Museu é maravilhosa, pois aproxima o público, que passa a perceber e participar um pouquinho da rotina de um pesquisador botânico”, relatou a professora. 
Sobre a Revista
Com o volume intitulado “Botânica e Sociedade – a Herbários e a divulgação científica”, a revista apresenta 29 artigos de herbários de diferentes regiões, demonstrando a diversidade de ações desenvolvidas pelas equipes dos herbários nacionais junto à sociedade.
Para acessar revista, acesso o link.

domingo, 3 de setembro de 2017

Dia do Biólogo: profissionais atuam em diversos setores dentro do MHN



3 de setembro é a data dedicada aos profissionais que auxiliam no ensino, pesquisa e extensão do Museu
Graziela França-estudante de Jornalismo
Eles estudam a fauna, a flora, atuam na preservação do meio ambiente, desenvolvem pesquisas,  entre tantas outras atividades que envolvem a Biologia. No domingo, dia 3 de setembro, é comemorado o dia desses profissionais que podem atuar em uma área tão ampla, o biólogo.
Durante os 27 anos do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) muitos desses profissionais passaram pelos laboratórios e exposições da Instituição. Conheça a história de alguns dos biólogos que compõem o quadro de colaboradores do MHN, auxiliando na parte de ensino, pesquisa e extensão, seja em cargos técnicos ou de docência, além dos estagiários e colaboradores da área.
Paixão de criança
O professor Jorge Luiz Lopes, diretor do MHN é um dos maiores paleontólogos do país. Ele conta que sua escolha pela Biologia surgiu devido à sua paixão pelo ambiente natural e seus organismos, assim como a paleontologia que também é uma área com a qual se identificava desde criança.
“Mesmo sendo paleontólogo, eu nunca vou deixar de ser biólogo pelo fato de ser graduado em Biologia. E como paleontólogo eu preciso o tempo inteiro entender da vida, conhecer os organismos  do presente para poder compreender os organismos do passado. A relação entre elas é total e são duas áreas que eu sou totalmente apaixonado”, enfatizou.
A história do atual diretor com o MHN é antiga. Atuou antes mesmo da fundação oficial do Museu, ainda em sua montagem. O primeiro setor no qual estagiou foi o de herpetologia. Em 2001 passou a atuar como profissional voluntário e em 2008 como efetivo. O setor de Paleontologia, do qual também é responsável possui um acervo de mais de 10 mil peças tombadas, fósseis de todos os tipos, locais e Eras. "O MHN tem grande importância para mim, porque é onde desenvolvo minhas atividades de pesquisa e extensão", frisou.
A serpente amiga Gildete
A responsável pelo setor de Herpetologia (que estuda anfíbios e répteis), Selma Torquato disse que sempre gostou de bichos e plantas, e isso fez com que escolhesse a profissão. No museu desde o ano em que se formou, descobriu lá dentro o interesse pela área de herpetologia. “O MHN me proporcionou oportunidades de conhecer áreas diferentes da Biologia e ter contatos com vários profissionais e alunos que compartilharam muitos conhecimentos e experiências”, contou.
Uma das histórias relembradas por Selma é do tempo em que atuava como monitora de exposição, “Guardo na memória a época em que tínhamos uma serpente salamanta, Gildete, que foi criada desde pequena conosco e era muito dócil e sempre provocava uma espécie de ‘encantamento’ no público infantil. Seus olhos brilhavam e eles queriam tocar e fazer carinho nela”, contou.
Educação e pesquisa
Pensou em ser jornalista, farmacêutico para, por fim, chegar à Biologia. Essa foi a trajetória do biólogo do setor de Botânica do MHN, Carlos Correia, “A Biologia só se revelou para mim como uma terceira perspectiva profissional. Eu sempre tive interesse por diferentes áreas do conhecimento, acho que a Biologia se colocou como caminho mais atraente para mim, porque a busca por compreender a vida exige uma visão complexa das coisas e o diálogo com diferentes saberes”, comentou.
Para Carlos, que é formado na área de licenciatura, trabalhar no museu é promissor e auxilia em sua formação específica voltada para o campo educacional. “Gosto, sobretudo, das atividades de extensão que temos realizado no contexto do projeto ‘Fim de Semana no Museu’”.
Para Ludmilla, a primeira opção
Já a bióloga Ludmilla Nascimento foi bem mais decidida. “Acho que a biologia me escolheu. Nunca pensei em fazer mais nada na vida”, disse a mastozoóloga, área que estuda os mamíferos. Formada desde 2007, na Universidade Federal de Sergipe (UFS), concluiu o mestrado em zoologia em 2010, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e chegou ao MHN em agosto de 2011.
Apaixonada por pequenos mamíferos, a bióloga conta com um acervo diverso no setor de mastozoologia do MHN, do qual é responsável, “No final da graduação descobri que minha praia eram os mamíferos terrestres e no mestrado me apaixonei pelos pequenos mamíferos, em especial. Não troco meus ratinhos por nada!”
Do campo à sala de aula
Responsável pelo setor de Ornitologia (que estuda aves) do MHN e pelo Laboratório de Morfologia, Sistemática e Ecologia de Aves (LSEA), o professor Renato Gaban-Lima, conta que escolheu a carreira ainda na infância, por possuir afinidade com a natureza. “Durante minha infância e adolescência adorava viajar e explorar locais não urbanizados, e sempre me interessei em observar os animais e as plantas, bem como o modo de vida da população humana que habitava esses locais”, contou o professor.
Gaban é um dos cinco docentes do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) da Ufal que atuam também no MHN. Ele ainda destacou a importância de unir o trabalho de pesquisa com a docência. “No trabalho que realizamos, as pesquisas são primordiais para minhas atividades de docência, tanto em sala de aula quanto para a formação dos profissionais biólogos que ingressam no Laboratório”, explicou.
Felicidade na profissão
A também professora Letícia Ribes, pensou em atuar em outras áreas antes de chegar à Biologia. “Pensei até mesmo em cursar História, Engenharia, etc., porém percebi que meus professores de Biologia eram extremamente felizes e aí me dei conta que queria ter esse tipo de relação com minha profissão, ou seja, que ela me fizesse feliz acima de tudo”, disse.
Para ela, um dos prazeres em unir a docência à pesquisa e extensão é mostrar as novidades da área aos alunos. "É gratificante quando um aluno diz que não gostava muito de Botânica, mas que agora gosta, que gostou da aula, etc., ou seja, ter um feedback é muito bom, quando positivo é melhor ainda", comentou.
Do estágio à atividade como técnica
A bióloga Gabriela Correia conta que começou no museu em 2004, como bolsista vinculada do setor de herpetologia, mas estudando animais como aranhas e escorpiões, espécies que ainda pesquisa no setor de entomologia (setor que estuda insetos). “O setor desenvolvia, à época, um trabalho na usina cachoeira, e os alunos perceberam uma grande incidência de aranhas e escorpiões nas armadilhas. Foi então que o setor teve a ideia de recrutar estagiários dispostos a coletar e identificar esse material”.
Para Gabriela, o aprendizado no MHN é diário e será levado por toda a vida. “O museu me fez aprender muito sobre disciplina, organização, solidariedade, parceria, responsabilidade. Conheci pessoas que me influenciaram positivamente e que se tornaram exemplos de inspiração e admiração”, completou.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Fim de Semana no Museu comemora a chegada da Primavera



13ª edição do evento acontece nos dias 2 e 3 de setembro, com programação diversa e atividades gratuitas


Graziela França- estudante de Jornalismo
Nos dias 2 e 3 de setembro, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 13ª edição do Fim de Semana no Museu. Desta vez, o evento será organizado pelo setor de Botânica, trazendo um clima primaveril e comemorando a chegada da estação mais florida do ano.
A programação traz atividades gratuitas, tendo como referência os valores da diversidade e generosidade. Serão minicursos, oficinas, mesas redondas, vivências ao ar livre, exposições, além das atrações culturais e artísticas com apresentações de Tango e Maracatu.
De acordo com Carlos Correia, um dos organizadores do evento, o Fim de Semana no Museu aproxima a ciência da população. “Eu vejo o projeto como um movimento muito necessário que busca estabelecer uma ponte entre as pessoas e os conhecimentos científicos sobre história natural que o MHN produz. Para mim, é importante reconhecer que o real significado do saber somente se expressa quando compartilhado contato com a comunidade”, destacou o biólogo.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Avenida Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades são das 9h às 12h e das 14h às 17h, nos dois dias de evento.
Serviço:
O quê: 13º Fim de Semana no Museu
Quando: 2 e 3 de setembro
Horário: 9h às 12h, 14h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Trabalhos do MHN são apresentados em Congresso Nacional de Herpetologia



Estudante foi premiado em uma das categorias do concurso de fotografia do evento
Graziela França – estudante de Jornalismo
Bolsistas e estudantes colaboradores do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) participaram da 8ª Edição do Congresso Nacional de Herpetologia, entre os dias 14 e 18 de agosto, na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (Ufms), em Campo Grande.
No evento foram apresentados 12 trabalhos pelos estudantes de Ciências Biológicas da Ufal Jonas Moraes, Luana Cavalcante, Michelly Cordeiro, Raphael Batista e Willams Fagner Soares. A professora Leonora Tavares Bastos, do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (Icbs) também participou do evento.
Dos trabalhos apresentados, dez foram desenvolvidos no setor de herpetologia do MHN, ramo da ciência que estuda anfíbios e répteis, com a colaboração das biólogas Selma Torquato e Ingrid Tibúrcio. Os estudantes destacaram o incentivo para que eles pudessem participar do evento, levando resultados de pesquisa e apresentando em formato de pôsteres.
“Participar do congresso é importante porque existe a possibilidade de observar e aprender sobre técnicas de pesquisa desenvolvidas em diferentes partes do mundo, além de poder apresentar resultados de pesquisas realizadas no Museu e na Ufal”, comentou Willams Fagner.
Os trabalhos envolviam informações sobre levantamento de herpetofauna em Alagoas e no Rio Grande do Norte, histologia, banco de tecidos para análises moleculares e banco de imagens para facilitar o acesso às informações dos cerca de 13.500 exemplares de anfíbios e répteis depositados na coleção do setor no Museu.
Além das apresentações os estudantes também participaram de outras atividades, como palestras, minicursos e torneio de futsal.
Premiação no concurso de fotografia
No concurso de fotografia do congresso, o graduando Willams Fagner foi premiado na categoria Originalidade com uma foto do Aplastodiscus sp, conhecido como “Perereca flautinha”, registro feito na Estação Ecológica da cidade de Murici, Zona da Mata alagoana.
“Receber esse prêmio é importante, pois mantêm a tradição de vários pesquisadores alagoanos que são reconhecidos pelas imagens que produzem. Além disso, algumas atividades desenvolvidas no MHN que envolvem uso de fotografias, e ter prêmios associados a elas dá um maior valor científico e cultural. Pessoalmente, é muito gratificante, já que fotografia de natureza é uma das principais atividades que desenvolvo e que pretendo continuar desenvolvendo para mostrar o quanto a fauna que ocorre no Estado é rica e bela”, contou o estudante.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

MHN promove 12ª edição do Fim de Semana no Museu



Evento vai oferecer curso para crianças de 8 a 12 anos
Graziela França- estudante de Jornalismo


Atividades científicas, culturais e artísticas já fazem parte da programação mensal do Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), por meio do projeto Fim de Semana no Museu que chega a sua 12ª edição, nos dias 5 e 6 de agosto. O evento acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade), das 9h às 12h e das 13h às 17h.
Com uma programação variada e atrações para todo o público, o 12° Fim de Semana no Museu traz oficinas, cursos, palestras, aula de tango, apresentação da Orquestra Sinfônica da Ufal, poesia, entre outros. Serão muitas atividades práticas para despertar o interesse do público para a ciência, além das atividades culturais e artísticas.
Para a professora Flávia Moura, responsável pelo setor de etnoecologia e por esta edição do evento, a intenção é trazer a ciência no cotidiano, por isso o tema será Na cabeça e nas mãos.
 “A importância é ampliar o conhecimento científico na sociedade, atrair público para uma atividade de lazer saudável e educativa, estimular as pessoas a pensar em ciência como uma coisa muito interessante, de fácil compreensão e que ajuda no desenvolvimento pessoal e de nossa sociedade”, destacou a professora.
Além de toda a programação, uma novidade é um curso de Cientista Mirim, dividido em módulos ministrados a cada edição do Fim de Semana no Museu. Podem participar crianças de 8 a 12 anos.
Serviço:
O quê: 12° Fim de Semana no Museu
Quando: 5 e 6 de agosto
Horário: das 9h às 12h; 13h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

11º Fim de Semana no Museu traz programação com atividades científicas e culturais



Museu de História Natural da Ufal realiza evento em parceria com Usina Ciência e Faculdade Estácio de Alagoas
Graziela França- estudante de Jornalismo
Conhecimento e diversão farão parte da programação de férias da 11ª edição do Fim de Semana no Museu realizado pelo Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), nos dias 8 e 9 de julho. Desta vez, o evento acontece em parceria com outro projeto de extensão, a Usina Ciência e o Núcleo de Educação Física da Faculdade Estácio de Alagoas.
O evento traz para o público uma colônia de férias com diversas atividades que englobam astronomia, biologia, física, química, recreação, jogos didáticos, brincadeiras na sala lúdica, além das exposições. Toda programação estará disponível de 9h às 17h nos dois dias com o objetivo de proporcionar muito conhecimento e diversão para as crianças e todo o público participante.
A museóloga Cíntia Rodrigues, uma das organizadoras do evento, contou que realizar o evento em parceria com outros órgãos traz mais conhecimento e diversidade nas atividades para os visitantes. “É importante para as unidades de extensão das Universidades esta parceria, pois é uma oportunidade de oferecer ao público uma possibilidade maior recursos para aprendizado e lazer, e executar os projetos de extensão que temos. Além disso, fortalece e promove nossas ações e traz praticidade para o público que pode conhecer um pouco do nosso trabalho reunido em um só lugar”, destacou a museóloga.
O evento acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade), e é gratuito e aberto para o público de todas idades. 
Serviço:
O quê: 11º Fim de semana no Museu
Quando: 8 e 9 de julho
Horário: Das 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Museu de História Natural promove 1° Arraiá do MHN



Evento é gratuito e comemora as festividades juninas com muitas atrações típicas da época
Graziela França- estudante de Jornalismo
Para comemorar o mês mais nordestino do ano, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 1ª edição do Arraiá do MHN. Com a colaboração de todos os setores na organização, o evento traz diversas atrações juninas e muita diversão para toda a família, no dia 16 de junho, a partir das 16h, na sede do Museu.
A ideia de promover um evento voltado para as festas juninas surgiu durante a apresentação da cantora Wilma Araújo em um dos eventos do Fim de Semana no Museu. A cantora se encantou com o projeto que tem como finalidade atrair a comunidade e oferecer conhecimento e mais uma opção de lazer para família.
“Então, se pensou em fazer um momento de confraternização também entre os equipamentos culturais da Pró-reitoria de Extensão, que são nossos parceiros em muitas atividades, e celebrar numa festividade que tem uma relevância cultural grande para o público local”, explicou Cíntia Rodrigues, museóloga do MHN.
No Arraiá do MHN haverá exposições, apresentações culturais, barracas de jogos e de comidas típicas, sorteios e muito forró ao som da cantora Wilma Araújo, que apoiou o projeto desde o início. Vestido de chita e roupa xadrez, são os trajes mais esperados da festa.
O evento gratuito e aberto para todo o público acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade).
A programação completa será divulgada ainda esta semana. Acompanhem pelo Facebook do MHN.
Serviço:
O quê: 1° Arraiá do MHN
Quando: 16 de junho
Horário: A partir das 16h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Eventos de maio comemoram 27 anos do Museu de História Natural



Concurso de fotografia, Fim de Semana no Museu e Semana Nacional dos Museus estão entre os eventos de comemoração
Graziela França- estudante de Jornalismo
O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) comemora 27 anos de sua fundação no dia 7 de maio. Para celebrar esta data, diversos eventos serão promovidos pela instituição durante o mês. Além do aniversário, a 15ª Semana Nacional dos Museus e o Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica, também contam com programação especial.
Gratuitos e abertos ao público, os eventos buscam atrair a comunidade para conhecer um pouco da história do MHN, seu acervo, e participar de diversas atividades científicas e culturais promovidas.
“O Museu de História Natural chega aos 27 anos cumprindo um importante papel na comunidade onde está inserido, que é a difusão da informação científica, associando este elemento à promoção da cultura. O que é de grande relevância, pois ao longo de sua história, estas características tão relevantes para um equipamento de extensão nunca foram negligenciadas”, destacou a museóloga do MHN, Cíntia Rodrigues.
10º Fim de Semana no Museu
Com uma programação variada e que atende o público de todas as idades, o 10º Fim de Semana no Museu, nos dias 6 e 7 de maio, traz atividades científicas, culturais e diversão para toda a família. Desta vez, os mamíferos alagoanos serão a temática do evento, que conta com muitas atrações.
Confira detalhes aqui e visite a página do MHN no Facebook.
Outras atividades
Em sua 5ª edição, o Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica traz como tema Paisagens alagoanas, em que os candidatos devem inscrever imagens que retratem cenários e locais do Estado. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até esta sexta-feira (5), na sede do MHN, localizada na Avenida Amazonas, Prado (na Praça da Faculdade) das 9h às 17h. Os candidatos devem enviar a ficha de inscrição e imagem participante para o e-mail premiogabrielskuk@gmail.com.
As fotos ficarão expostas para votação entre os dias 6 e 17 de maio. Já a premiação está marcada para o dia 18 do mesmo mês, integrando as atividades da 15ª Semana Nacional de Museus. Confira o edital do concurso com ficha de inscrição e orientações para a exposição das imagens.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Fim de Semana no Museu comemora 27 anos do MHN


Atividades da 10ª edição do evento são voltadas para mamíferos alagoanos
Graziela França- estudante de Jornalismo
Nos dias 6 e 7 de maio, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) promove a 10ª edição do Fim de Semana no Museu. Desta vez, o evento será voltado para a conservação e o conhecimento de mamíferos de Alagoas, além de comemorar o 27º aniversário do MHN, que acontece no dia 7 de maio.
A programação traz diversas atividades gratuitas, como palestras, oficinas, minicurso, exibição de filmes, diversas brincadeiras para as crianças, atrações culturais e a exposição permanente Alagoas: do mar ao sertão.
De acordo com Ludmilla Nascimento, responsável pelo setor de mastozoologia (mamíferos) e organizadora do evento, aproximar as pessoas do museu é uma maneira de despertar o conhecimento e a conscientização nelas.
“Trazer a sociedade para vivenciar os espaços de um museu e o conhecimento produzido por ele é de fundamental importância para o despertar de cidadãos conscientes de sua realidade e de seu papel na preservação do meio ambiente em que ele vive e do qual ele depende”, enfatizou Ludmilla.
A bióloga disse ainda que o principal objetivo é familiarizar as pessoas com os mamíferos que existem em Alagoas, trazendo informações sobre a ecologia e conservação desses animais.
“Quando falamos de mamíferos, costuma-se pensar em leões, zebras, girafas, mas nenhum desses faz parte da fauna brasileira. Sabe-se que o canguru, tem uma bolsa, chamada de marsúpio, onde carrega o filhote, mas muitos não imaginam que o nosso cassaco é um parente próximo deles e que também possui uma bolsa onde carregam seus filhos”, acrescentou a organizadora do evento.
O Fim de Semana no Museu acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade). As atividades acontecem das 9h às 17h, nos dois dias de evento.
Programação
No sábado a programação começa com exibição de filmes e animações sobre mamíferos. As crianças vão participar de brincadeiras e haverá apresentação do Grupo de Busca e Salvamento com Cães, do Corpo de Bombeiros. Às 15h terá a oficina de origami de mamíferos e o encerramento vai ser num aulão de Krav Maga, com técnicas de luta de defesa pessoal, apenas no dia 6.  A programação se repete no domingo, e termina com a comemoração do aniversário do MHN.
No fim de semana em homenagem aos 27 anos do Museu ainda haverá um bazar de roupas e livros usados; um jogo sobre mamíferos e suas pegadas; e sala lúdica com atividades para as crianças. Os visitantes também podem conhecer a exposição permanente Alagoas do mar ao sertão. 
Serviço:
O quê: 10º Fim de Semana no Museu
Quando: 6 e 7 de maio
Horário: 9h às 17h
Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

quarta-feira, 12 de abril de 2017

MHN lança 5ª edição de prêmio de fotografia e ilustração científica



Inscrições para o concurso vão até 5 de maio; premiação acontecerá no dia 18
Graziela França- estudante de Jornalismo
Em comemoração ao 27° aniversário, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) lança o edital do Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica. Esta é a quinta edição do concurso que homenageia o professor do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) e pesquisador do MHN, figura importante para a ciência alagoana e apaixonado por fotografia, que faleceu em 19 de março de 2011.
Com o tema Paisagens alagoanas, os candidatos devem inscrever fotos que retratem cenários e locais do Estado. O prêmio visa estimular a prática da fotografia e ilustração científica com um caráter didático e cultural, além de promover a divulgação de imagens da biodiversidade de Alagoas. As fotos ficarão expostas para votação entre os dias 6 a 17 de maio. Já a premiação está marcada para o dia 18 do mesmo mês.
Inscrições
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 5 de maio, na sede do MHN, localizada na Avenida Amazonas, Prado (na Praça da Faculdade) das 9h às 17h. Os candidatos devem enviar a ficha de inscrição e imagem participante para o e-mail premiogabrielskuk@gmail.com.
As imagens selecionadas ficarão expostas no hall de entrada do museu para votação dos visitantes durante as comemorações dos 27 anos do Museu e da 15ª Semana Nacional dos Museus. O resultado e a premiação ocorrerão na sede do MHN.
Confira o edital do concurso com ficha de inscrição e orientações para a exposição das imagens.